PPGEA

Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental da UFPR (PPGEA-UFPR)

BEM-VINDO(A)!

Notícias

Processo Seletivo para o Mestrado 2017

Prazo final para as inscrições: 27/10/2016 às 23:59

Prova Escrita: 29/10/2016


Como ingressar no PPGEA?

Interessado(a) no PPGEA? Nossos processos seletivos para estudantes brasileiros são anuais, e nossos editais de abertura são publicados nesta página a partir de Setembro de cada ano, para entrada no ano seguinte.

O processo seletivo pode variar de ano para ano, mas em geral inclui uma prova de múltipla escolha. Provas dos anos anteriores podem ser encontradas em Processo Seletivo.

O ingresso de estudantes internacionais é diferente, e baseado em proposta de pesquisa e documentação que deve ser enviada, obrigatoriamente, pelo correio. As instruções também podem ser encontradas em Processo Seletivo.


Processo seletivo para Pós-Doutorado 2016

Aberto Edital de Pós-Doutorado do PPGEA. As inscrições devem ser realizadas até dia 15/12/2016. Para maiores informações consulte o edital:

Edital Pós-Doutorado 2016

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Próxima Defesa de Mestrado

  • Dissertação 000024
    • Aluno: Marcus Vinicius Ribeiro Ferreira dos Santos
    • Orientador: Prof. Marcelo Errera
    • Membros da Banca: Prof. Marcelo Errera (PPGEA/UFPR), Emilio Graciliano Ferreira Mercuri (PPGEA/UFPR), Prof.Jean Ricardo Simões Vitule (PPGEA/UFPR), Marcia Cristina Mendes Marques (PPGECO/UFPR).
    • Título: “Verificação do Modelo ECM01 na Previsão de Variação de Riqueza de Espécies no Processo Sucessional Vegetal de uma Floresta Atlântica no Litoral do Estado do Paraná”
    • Data: 01/12/2016
    • Local: Sala PPGECC-02 - Bloco III - Centro Politécnico - UFPR
    • Horário: 16:00 h

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Objetivo e Perfil do Egresso

O objetivo do PPGEA é oferecer aos Engenheiros Ambientais e outros profissionais de áreas correlatas sólida complementação de formação interdisciplinar em Engenharia Ambiental em nível de pós-graduação, com ênfase em aspectos quantitativos e fazendo uso intensivo de conhecimentos científicos (matemática, física, química, biologia) e de tecnologia avançada (ferramentas computacionais, técnicas de medição, técnicas de monitoramento, etc.) para avaliação, diagnóstico, e solução de problemas ambientais, avanços em pesquisa aplicada envolvendo questões ambientais, e desenvolvimento de tecnologias de sustentabilidade ambiental.

Contato

Coordenador: Michael Mannich, 3361-3012, mannich@ufpr.br

Áreas de Concentração

O Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental compreende uma área de concentração: Tecnologia, Observação e Modelagem Ambiental.

A área de concentração “Tecnologia, Observação e Modelagem Ambiental” objetiva prover ao aluno conhecimentos que o habilitem a analisar problemas ambientais complexos a partir de uma sólida base científica, e a desenvolver e implementar tecnologias na solução desses problemas. As linhas de pesquisa que a compõem refletem o caráter multidisciplinar da engenharia ambiental, permitindo a aquisição de conhecimentos avançados em diferentes áreas da ciência e tecnologia do meio ambiente, além do desenvolvimento de competências na obtenção, no processamento e na interpretação de dados ambientais.

Linhas de Pesquisa

1. Atmosfera e Mudanças Globais

A atmosfera terrestre é fortemente impactada pelas interações com a superfície (fluxos superficiais de quantidade de movimento, energia, substâncias poluentes e gases de efeito-estufa), e os mecanismos de retro-alimentação existentes têm o potencial de produzir importantes mudanças tanto locais (episódios agudos de poluição, modificações microclimáticas tais como a ilha de calor urbano, etc.) quanto globais (aquecimento global e mudanças climáticas). A interação entre os diversos mecanismos de causa e efeito é extremamente complexa, levando em geral a comportamentos caóticos, de difícil previsão e cujos mecanismos fundamentais são muitas vezes ainda pouco compreendidos.

Esta linha de pesquisa pretende dar uma contribuição substancial para a compreensão dos fenômenos atmosféricos e suas questões ambientais, em um cenário de possíveis mudanças rápidas nos padrões dinâmicos da atmosfera. Neste cenário, ao se abordar os problemas ambientais atmosféricos, é necessário não mais lidar simplesmente com a hipótese tradicional de estacionariedade do clima, mas incluir explicitamente as não-linearidades dos modelos físico-matemáticos, as interações químicas e seus efeitos sobre as trocas radiativas, a termodinâmica atmosférica, a fisiologia e a saúde dos organismos vivos, e os numerosos mecanismos de retroalimentação que existem na atmosfera.

A linha de pesquisa Atmosfera e Mudanças Globais inclui o estudo de problemas físicos, químicos e biológicos, em qualquer escala espacial ou temporal, na atmosfera. Ênfase especial será dada para problemas de circulação atmosférica ou oceânica e suas consequências para mudança climática e previsão regional de condições de dispersão atmosférica; para a física da turbulência na atmosfera e suas aplicações em hidrologia, estudos de poluição e dispersão atmosférica; para a química da atmosfera (incluindo o seu monitoramento e a sua cinética); para estudos de potencial de geração de energia eólica e solar; para o monitoramento normativo de qualidade do ar (monitoramento dos principais indicadores, em geral regulamentados pela legislação ambiental) e para o monitoramento de substâncias com grande potencial de impacto sobre a saúde, a qualidade ambiental ou a segurança; e para os problemas de poluição sonora (incluindo seu monitoramento, sua simulação, e seus efeitos sobre a saúde). Em todos os casos, as pesquisas envolverão tanto quanto possível a combinação de técnicas avançadas de medição com ferramentas de modelagem e simulação. Assim, por exemplo, no caso de poluição sonora, utiliza-se medições detalhadas em campo de níveis de ruído (amplitudes) tanto no tempo quanto na frequência, identificando-se detalhadamente as fontes de poluição, e permitindo a calibração de modelos detalhados de propagação sonora que permitem mapear os níveis de ruído no ambiente urbano. Técnicas similares podem também ser aplicadas para estudos de difusão turbulenta na atmosfera, ajuste de modelos de previsão de tempo de mesoescala e de escala sinótica, modelos de potencial de energia eólica, etc..

2. Água, Solo e Biosfera

Esta linha de pesquisa envolve a caracterização descritiva, dinâmica e/ou funcional, bem como a modelagem matemática, dos processos físicos, químicos e biológicos atuantes nos sistemas ambientais terrestres e aquáticos, e suas interações com a atmosfera.

As interfaces destes sistemas são também contempladas. Os projetos que constituem esta linha de pesquisa incluem a geração de inventários de poluição nos diferentes níveis; a avaliação do risco à saúde humana e aos ecossistemas causado pela atividade antrópica; a modelagem matemática da dinâmica de populações e da fisiologia animal e vegetal; e o estudo experimental e a modelagem conceitual/matemática dos ciclos bio-geo-químicos. Estudam-se as interações solo-planta-atmosfera, e a influência dos ecossistemas na resposta hidrológica das bacias hidrográficas e na disponibilidade hídrica. Na caracterização descritiva são conduzidos estudos da composição, abundância, biomassa e dinâmica das populações e comunidades que ocorrem nos sistemas específicos quando pertinente. Desenvolve-se também tecnologias para a remediação de áreas impactadas.

3. Infra-estrutura e Energia

Esta linha de pesquisa aborda o ambiente de um ponto de vista amplo, que inclui as interações com o ser humano, o planejamento ambiental, a gestão ambiental e, portanto, a compatibilização do crescimento econômico e do desenvolvimento humano com o ambiente. Nela, estuda-se o planejamento integrado e a gestão dos recursos naturais, incluindo-se fontes de poluição sonora urbana e industrial; fontes de energia e matéria-prima e recursos hídricos; a pressão do crescimento populacional sobre estes mesmos recursos naturais, incluindo-se: mananciais, linhas de costa, baías, florestas, etc., e as medidas necessárias para sua proteção; as alternativas mais eficientes e menos impactantes de geração de energia; as medidas de larga escala necessárias para mitigar a poluição, incluindo-se: planos de saneamento; planos de inventário de fontes de poluição, resoluções de controle ambiental, políticas de outorga de recursos hídricos, etc.. Objetiva-se assim não somente diagnosticar os principais problemas ambientais relacionados à infra-estrutura já existente, como também ordenar o crescimento e planejar a implantação de uma infra-estrutura cujos impactos ambientais sejam minimizados.

Nas pesquisas de energia e ambiente, é importante reconhecer que grande parte das emissões de gases de efeito estufa (GEE) estão relacionadas à conversão primária de energia química para energia térmica. Desta parcela, os recursos energéticos fósseis são o principais vetores do aumento das concentrações de GEE na atmosfera. Assim, aumentou-se a busca de fontes renováveis de energia primária como substitutos e a redução sistêmica da demanda de energia nos processos antrópicos. A exploração de fontes renováveis de energia (seja hídrica, biomassa, solar, eólica, geotérmica ou das marés) em grande escala gera novos patamares de cargas ambientais (biodiversidade, produção de alimentos, uso múltiplo de recursos hídricos, balneabilidade, emissões de gases acidificantes, etc.) e sócio-econômicas. Consequentemente há de se ponderar os efeitos positivos e negativos da ampliação e alteração da matriz energética atual respeitando a chamada “sustentabilidade”. De acordo com a vocação do grupo de pesquisadores, o enfoque será na sustentabilidade energo-ambiental, procurando-se explorar vias de aumento de eficiência do uso da energia secundária, da conversão primária de recursos energéticos com eficiência e baixas emissões, nos estudos para racionalização e potenciais impactos do uso de todas as fontes primárias renováveis. Estes problemas envolvem conhecimento de fenômenos de transporte e termodinâmica, modelagem matemática e simulações computacionais, e medições experimentais em laboratório e in situ.

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